Elaborado por Eduarda Renata – Recursos Humanos

Atualmente no mercado profissional é possível vislumbrar o destaque da mulher, tanto em cargos de lideranças quanto no mundo do empreendedorismo.

Por outro lado, os desafios e as dúvidas como: ser mãe, esposa, conquistar o apoio da família para o trabalho são frequentes. Outro ponto importante que pesa muito no mundo feminino é a cobrança da sociedade e a imensa autocobrança em ser um grande destaque profissional versus uma realização pessoal. Essas dúvidas acabam dividindo as mulheres em dois mundos: abdicar de sonhos ora pessoais ora profissionais.

Na vida pessoal a busca é ser uma mãe exemplar, esposa atenciosa, excelente organizadora do seu lar, já na vida profissional a autocobrança está atrelada em ser produtiva, organizada, eficiente, com dedicação extrema para alcançar reconhecimento, prestígio, principalmente pela competência e não pela aparência ou até mesmo pela classe social.

Muitas mulheres acabam se perguntando por que para a classe feminina se torna mais difícil ter uma vida profissional e pessoal juntas.
Talvez seja pelos pensamentos enraizados em uma sociedade que construiu uma imagem que as mulheres são única e exclusivamente dedicadas aos serviços domésticos e a do homem como sendo o único provedor financeiro de sua família.

Com o avanço e o tempo é possível ver que isso está mudando, mas a caminhada é longa, e as mulheres continuam na busca de se tornar mais independentes e capazes de seguir uma carreira profissional conciliando com um lar organizado e a constituição de suas famílias.

É importante ressaltar que as mulheres buscam cada vez mais uma independência financeira, realizar sonhos, alcançar a felicidade plena, ultrapassar os limites impostos pelo fato de ser mulher para conquistar seu espaço dentro da sociedade.

O reconhecimento e apoio da família é crucial para tornar as mulheres cada vez mais confiantes e empoderadas nesta caminhada.
Vê-se, também, que é necessário falar do papel da empresa nessas conquistas, ter uma empresa que apoia a contratação das mulheres e flexibiliza os horários para conciliar a maternidade, fortalece a causa e contribui para uma nova era.

As empresas só tem a ganhar, conforme estudos feitos com base em análise de dados da PNAD (pesquisa nacional por amostra de domicílio) em 2021, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2014 e 2019 a taxa da participação feminina no mercado de trabalho cresceu 54,34% em 2019.

Com isso é possível destacar qualidades apresentadas por essas mulheres e trazendo um diferencial a seu favor como:
– A resiliência: a facilidade em sobreviver nas adversidades e trabalhar sob pressão;
– Multitarefas: a capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo;
– Comprometimento: as mulheres prezam por fazer um trabalho com perfeição;
– Criatividade: são profissionais criativas e preparadas para criar novas soluções;
– Flexibilidade: as mulheres têm o poder de se adaptar com facilidade às mudanças e na maioria das vezes uma jornada de trabalho flexível torna os resultados ainda mais positivos para elas.

Diante disso, é possível observar a força que as mulheres têm e que podem conquistar. As empresas precisam validar esse apoio e crescer junto da força feminina. O mercado de trabalho ficará cada vez mais forte e desenvolvido, entregando mais oportunidades para as mulheres e mudando os pensamentos de muitos que visam a diminuir a capacidade e o poder que as mulheres têm independente da escolha de sua profissão.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CNN BRASIL. Participação de mulheres no mercado de trabalho é 20% inferior à dos homens. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/participacao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-e-20-inferior-a-dos-homens/#:~:text=Em%202021%2C%20houve%20uma%20leve,71%2C64%25%20em%202021. Acesso em: 20 de maio de 2022, às 18:30 h.

 
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